Subiu para cinco o número de suspeitos mortos em confrontos com as forças de segurança durante as operações para localizar os envolvidos no brutal assassinato da grávida Samira Costa Correia e de seu filho, Yan Kaleb Costa Santos, de apenas 4 anos. O crime ocorreu no último dia 10 de julho, no povoado Olho d’Água dos Bodes, zona rural de São João Batista, na Baixada Maranhense, e causou grande comoção em todo o estado.
As duas mortes mais recentes foram registradas nesta terça-feira (14), durante novas ações policiais. Segundo informações da polícia, Daniel Braga Araújo morreu em um confronto na cidade de São Luís, enquanto Roberdan Fonseca Gomes foi localizado e morreu durante uma intervenção policial em São João Batista.
Além dos confrontos, a operação também resultou na prisão de seis suspeitos. Até o momento, a identidade dos presos não foi divulgada pelas autoridades, e as investigações continuam para esclarecer a participação de cada um no crime.



Outros três suspeitos já haviam morrido
Antes das ações desta terça-feira, outros três investigados também morreram em confrontos com a polícia durante o avanço das buscas.
Um deles foi João Henrique Lindoso Silva, conhecido como "João Preto", apontado como um dos envolvidos no ataque que vitimou Samira e o filho.
Outro suspeito, David João Gaspar Penha, conhecido pelo apelido de "Mucurão", morreu após, segundo a polícia, reagir à abordagem durante uma tentativa de cumprimento de mandado.
Já Joelson Braga Araújo foi localizado no povoado Arrebenta, também na zona rural de São João Batista, onde morreu durante uma ação policial.
Investigações continuam
As forças de segurança seguem realizando diligências para identificar todos os envolvidos no duplo homicídio. De acordo com a Polícia Civil, o objetivo é responsabilizar criminalmente todos os participantes do ataque.
O assassinato de Samira Costa Correia, que estava grávida, e do pequeno Yan Kaleb Costa Santos, chocou a população maranhense pela violência empregada. As vítimas foram mortas e tiveram os corpos incendiados, em um crime que mobilizou uma grande operação integrada das polícias Civil e Militar.
Com os desdobramentos das investigações, a polícia reforça que novas prisões e outras ações poderão ocorrer nos próximos dias, à medida que os trabalhos de identificação e localização dos demais suspeitos avançam.